Deu-lhe a mão e tentou puxá-lo para cima... consigo.
O contrapeso estatelou-a naquela chão de vidros e gravilha.
Mas insistia em lhe dar a mão... sempre, porque vinha de sempre... e apesar do sangue que lhe escorria dos cortes e se misturava com as sua lágrimas secas e salgadas.
Tentou mover-se durante eternos momentos... e só conseguiu mais cortes... mais arranhões.
Quando os eternos momentos terminaram no tempo e no espaço... ergueu-se... finalmente.
Curou as feridas, os arranhõe e até as dores.
Rebuscou lá bem no fundo e resgatou um sorriso... que a espaços se vai abrindo no Mundo.
Mas manteve para sempre a sua pequena mão na mão dele.
guibot @ Codebits
Há 54 minutos
